setembro 12, 2008

Matéria: Mercado amplia gradativamente as vagas para os internacionalistas

Enviado em Uncategorized às 11:38 am por ricpmont

Enviado por: Professor Alvaro Paes Leme

Cidadão do mundo

Mercado amplia gradativamente as vagas para os internacionalistas

Vários cursos em um só. Quem pretende cursar Relações Internacionais terá pela frente aulas com disciplinas que cercam diversas áreas do conhecimento. Desde política nacional e internacional, até direito e economia. Claro, passando ainda por muitas aulas de línguas estrangeiras. A abrangência no currículo começa agora a se refletir no mercado de trabalho, que pouco a pouco aumenta o espaço para os profissionais. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) formou sua primeira turma em dezembro de 2007. E já colhe bons frutos.

– Teve um concurso para a Eletrobras há pouco tempo. Dos cinco primeiros colocados quatro eram formados aqui – fala o coordenador do curso Paulo Visentini.

Segundo Visentini, o mercado amplia gradativamente as vagas para os internacionalistas. Por enquanto, a maior fatia está no setor público, já que prefeituras e governos abrem espaço para departamentos internacionais, sempre de olho em boas oportunidades econômicas além das fronteiras brasileiras. Outro espaço são as entidades de classe, como federações e associações, que já percebem a necessidade de ter no quadro funcionários especializados em assuntos internacionais.

Como a área de atuação é ampla, a função do internacionalista pode variar muito de lugar para lugar. Normalmente, ele costuma ser responsável por questões estratégicas, como desenho de cenários futuros. Um exemplo seriam os estudos energéticos, preocupação mundial com o aumento no preço do petróleo. Nesse assunto, o internacionalista ajudaria a traçar que caminhos serão seguidos pelas energias alternativas, tentando mapear as oportunidades de negócios na economia global e ajudando empresas a se internacionalizarem na área.

Mesmo com as oportunidades aparecendo em vários setores da economia, a diplomacia continua sendo um dos sonhos mais comuns entre os estudantes de Relações Internacionais. Para entrar nessa área, não basta o diploma de RI em mãos. É preciso ingressar no Instituto Rio Branco – escola de Brasília responsável em formar os diplomatas brasileiros.

É o que pretende Bibiana Camargo, que se formou na primeira turma da UFRGS. Ela foi para Brasília em março em busca de um cursinho para continuar a preparação do concurso para o Instituto Rio Branco. Mantêm a meta, mas agora também trabalha como assessora legislativa na Câmara dos Deputados. E já coloca em prática o que aprendeu na faculdade.

– O deputado atua na comissão do Parlamento do Mercosul. Tem muito a ver comigo, já que cuida de questões internacionais. Agora, a comissão estuda a estrutura desse parlamento. Por isso, consigo colocar em prática muito do que aprendi na faculdade – conta.

Ênfase de negócios

A Escola Superior de Propaganda de Marketing (ESPM) iniciou o curso de Relações Internacionais, em Porto Alegre, buscando um diferencial: a ênfase nos negócios. O estudante é preparado para atuar na chamada diplomacia corporativa, o meio campo do mundo dos negócios.

Em um exemplo prático, quem se formar pela ESPM terá sido treinado para auxiliar na internacionalização de uma empresa. Seja uma corporação brasileira buscando espaço no Exterior, seja uma empresa de fora tentando abocanhar uma fatia no mercado nacional. A idéia é fazer a ponte entre os mundos.

– A maioria dos alunos está no curso pensando na carreira corporativa, mas também temos estudantes que querem a carreira na diplomacia ou acadêmica – fala o diretor do curso da ESPM Sérgio Wollmann.

daniel.cardoso@zerohora.com.br

DANIEL CARDOSO

Para ler o artigo inteiro, clique aqui.

setembro 11, 2008

Conceitos de Clausewitz Aplicados aos Estudos Estratégicos do Mundo Contemporâneo

Enviado em Uncategorized às 2:02 pm por ricpmont

Enviado por: Professora Helisane Mahlke

OS CONCEITOS DE CLAUSEWITZ APLICADOS AOS ESTUDOS
ESTRATÉGICOS DO MUNDO CONTEMPORÂNEO
(Revista da ESG Ano XIII, nº 36)

Prof. Júlio Dolce

“Os pensadores pertencem a seu tempo mesmo quando o ultrapassam.”
Raymond Aron.


INTRODUÇÃO
A obra de Clausewitz foi escrita ao longo de mais de uma década, no início do século XIX, e só foi publicada em 1832, um ano após sua morte, por intercessão de amigos junto com Marie von Clausewitz, sua viúva. No entender de Clausewitz, seus escritos deveriam sofrer modificações antes de serem publicados pois, segundo suas próprias declarações, só se encontrava satisfeito com o primeiro capítulo do volume I. Por isso mesmo, segundo seus críticos, sua obra deve ser lida com a devida reserva e seus conceitos analisados com o intuito
de extrair o que neles existe de fundamental. Muitas de suas idéias são ambíguas e algumas vezes contraditórias, porém encadeadas num raciocínio lógico e dedutivo que leva o leitor a admirar Clausewitz como um pensador arguto e um observador atento de sua época.

Clausewitz foi um pensador filosófico que soube retirar de suas experiências de guerra, tratadas como um fenômeno social, o que nelas havia de importante. Extrair da obra de Clausewitz os conceitos que ultrapassaram o seu próprio tempo e que por isso mesmo representam as bases do seu pensamento, segundo Raymond Aron, é uma tarefa a ser realizada através da leitura de sua obra em conjunto com os trabalhos publicados por seus críticos e comentaristas. São esses conceitos fundamentais que conseguiram ultrapassar sua época e ainda hoje, pela sua relevância, podem ser aplicados em estudos estratégicos no mundo contemporâneo.

Ao ler a obra de Clausewitz e seus comentaristas, na busca de compreender seus conceitos estratégicos fundamentais, percebe-se que suas considerações sobre a guerra possuem um alto valor filosófico, moral e social que permanecem atuais até os nossos dias. Desse modo, é importante relembrar os pensamentos sobre estratégia de Clausewitz, principalmente, no momento atual quando ocorrem profundas mudanças nas estruturas de poder dos principais atores mundiais. Desse modo, o seu estudo, restrito ao longo dos anos às lides castrenses, deve ser estendido aos setores intelectualizados da sociedade que, infelizmente no Brasil, somente agora tem-se voltado para um estudo mais profundo da estratégia e assim mesmo em setores ainda restritos aos meios acadêmicos.

Para baixar o texto inteiro sobre Clausewitz, clique aqui.

Abra o link, clique em “Download Now” e salve o arquivo no seu computador. Se aparecer uma contagem regressiva, espere a contagem terminar e prossiga da mesma forma.

Qualquer problema ou dificuldade em baixar o arquivo, mande um e-mail para ricp.montserrat@gmail.com ou comente neste post.

setembro 9, 2008

Sob a Névoa da Guerra (Robert McNamara) – Regras da Guerra

Enviado em Uncategorized às 4:04 pm por ricpmont

Documentário: Sob a Névoa da Guerra (Robert McNamara) – Regras da Guerra

Sob a Névoa da Guerra: Onze Lições da Vida de Robert S. McNamara é um documentário dirigido por Errol Morris lançado em dezembro de 2003. O filme inclui trilha sonora original de Philip Glass e ganhou o Oscar de melhor documentário. A expressão “névoa da guerra”, popularizada por Carl von Clausewitz no seu livro Da Guerra (1832), indica a nuvem de incerteza que recobre um campo de batalha assim que a luta tem início.

O filme mostra a vida de Robert McNamara, secretário de defesa dos Estados Unidos de 1961 a 1968, através de imagens de arquivo, gravações da Casa Branca e, em primazia, uma entrevista com McNamara aos 85 anos de idade. A entrevista trata dos trabalhos de McNamara como um dos Whiz Kids durante a Segunda Guerra Mundial e como presidente da Ford, e do seu envolvimento na Guerra do Vietnam enquanto foi secretário de defesa dos presidentes Kennedy e Lyndon Johnson.

O conceito de formular o filme em “11 lições” se originou do livro de 1996 de McNamara In Retrospect: The Tragedy and Lessons of Vietnam. Morris criou o filme através de 1ições das várias regras que McNamara se utiliza durante sua entrevista (Morris entrevistou McNamara por mais de 20 horas). As lições proporcionam uma estrutura a Sob a névoa da guerra, no entanto, essas lições não foram explicitamente criadas por McNamara (como anteriormente citado, durante o evento na UC Berkeley, McNamara declarou que não concordava com todas os aspectos das interpretações de Morris). Após a conclusão do filme, McNamara respondeu a Morris complementando as 11 lições do filme com mais 10 lições feitas por ele próprio. As lições estão inclusas no DVD.

1. Cause empatia ao inimigo;
2. A racionalidade não nos salvará;
3. Existe algo além de si próprio;
4. Maximizar eficiência;
5. A proporcionalidade deve ser uma diretriz na guerra (regras de guerra = não sabemos o que é);
6. Obtenha dados;
7. A crença e a visão costumam estar errados;
8. Esteja preparado para rever seu raciocínio;
9. Para fazer o bem talvez seja preciso fazer o mal (mas minimize-o);
10. Nunca diga nunca;
11. Não pode mudar a natureza humana;

setembro 4, 2008

Seminário – As eleições municipais no contexto do Brasil que queremos

Enviado em Uncategorized às 12:49 pm por ricpmont

Enviado por: Cristiano Cardoso de Almeida

Amigos/as!
 
Repasso convite para este SEMINÁRIO, que é neste sábado 06 de setembro, das 9h às 17h, aqui em Caxias. É concebido pra quem fez ou faz a Escola de Fé, Política e Trabalho (que acontece desde 2004, é anual, eu estou fazendo esse ano, mas é aberto a quem se interessar.
 
As eleições municipais no contexto do Brasil que queremos
Prof. Dr. Osvaldo Biz (PUC-RS) e
Prof. Dr. Laurício Neumann (Unisinos)
Realização: Unisinos + Centro Diocesano de Formação Pastoral
 
Sobre os assessores/palestrantes:
Osvaldo Biz
Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo – PUC-RS
Licenciado em Filosofia – Faculdade N. Sra. Imaculada Conceição
Bacharel e Licenciado em Geografia e História – Faculdade Salesiana
Mestre em História – PUC-RS
Doutor em Comunicação Social – PUC-RS
http://www.metodistadosul.edu.br/sites/universoipa/lab_foto/coberturas/osvaldo/index.html
 
Laurício Neumann
Graduado em Filosofia – Faculdade N. Sra. da Imaculada Conceição
Mestre em Educação – PUC-RS
Doutor em Educação – Unisinos
Professor na Unisinos e Faculdades de Taquara
Na Unisinos, é professor das disciplinas Ética Geral, Pensamento Social Cristão, Fundamentos Antropológicos, Ética e Bioética
Experiência em Educação, com ênfase em Ensino-Aprendizagem, atuando principalmente no tema Formação de Professores
http://lneumann.vila.bol.com.br/index.htm
http://lauricion.vila.bol.com.br/index.htm
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4739155H3
http://lattes.cnpq.br/2772398827781917
 
Custo: R$ 10
Local: Centro de Formação Pastoral – Colina Sorriso – Caxias do Sul
Te interessou? Seja bem-vindo/a! Confirma tua presença até amanhã à noite (quinta 04set), respondendo esta msg pra mim, ou direto pra coord.pastoral@diocesedecaxias.org.br ou (54) 3211.5032
 
Escola de Fé, Política e Trabalho – http://www.diocesedecaxias.org.br/pastoral_fe_trabalho2008.php
IHU – Instituto Humanitas – Unisinos – http://www.unisinos.br/ihu/Endereço do grupo de discussão do curso – todas as turmas – fepoliticaetrabalho@grupos.com.br

agosto 28, 2008

Veja como evoluíram os conflitos entre Rússia e Geórgia

Enviado em Uncategorized às 5:54 pm por ricpmont

Enviado por: Prefessora Helisane Mahlke

da Folha Online

Os conflitos entre Geórgia e Rússia começaram quinta-feira (7), quando a Geórgia, que é aliada dos EUA, enviou tropas para retomar o controle sobre a Ossétia do Sul, uma região separatista que declarou independência no começo dos anos 90. Moscou reagiu à ofensiva porque apóia a secessão do pequeno território e mantêm forças de paz na região.

Os números relativos às vítimas continuam dissonantes. Enquanto a Rússia diz que 1.600 civis da Ossétia do Sul morreram; a Geórgia diz que há “quase 200″ mortos. Nenhum dos números foi verificado por fontes independentes.

Na quarta (13), o presidente francês, Nicolas Sarkozy, depois de muita negociação, conseguiu fazer com que o presidente da Geórgia, Mikhail Saakashvili, anunciasse ter aceitado o acordo de paz assinado previamente pelo líder russo, Dmitri Medvedev. Saakashvili, porém, não quis assinar o documento e, logo depois, voltou a acusar a Rússia de ataques.

Nesta sexta-feira, a secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, chega à Geórgia com a missão de formalizar o cessar-fogo e, assim, deflagrar a retirada das tropas russas.

Para ler a cobertura completa dos fatos e ver um mapa explicativo do conflito, clique aqui.

Teoria dos Jogos

Enviado em Uncategorized às 12:22 pm por ricpmont

Enviado por: Professora Helisane Mahlke

Aqui está o arquivo explicativo em PowerPoint sobre a Teoria dos Jogos, estudada na disciplina de Teoria das Relações Internacionais:

Teoria dos Jogos – Data Show | Download (557,7 kb)

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agosto 25, 2008

Trabalho sobre Kenneth Waltz – Teórico Neorealista

Enviado em Uncategorized às 4:20 pm por ricpmont

Enviado por:  Gabriel de Lucena Feltes

Aqui está o trabalho feito pelo Gabriel para a disciplina de Teoria das Relações Internacionais. Quem se interessar é só baixar:

Kenneth Waltz – Trabalho  (Download) 

 Kenneth Waltz – Resenha  (Download)

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agosto 22, 2008

Entrevista com Kenneth Waltz

Enviado em Uncategorized às 1:41 pm por ricpmont

Video envidado por: Professora Helisane Mahlke

agosto 20, 2008

Artigo Bolívia – possíveis conseqüencias para o mundo e América Latina

Enviado em Uncategorized às 2:22 pm por ricpmont

Por: Cristiano Cardoso de Almeida. (Ciência Política)

 

Autonomia ou Separatismo?

 

A discussão da autonomia na Bolívia é mais profunda do que imaginamos e tem muito mais haver com nossas vidas do que pensamos. A Bolívia é um país unitário, mas que vem sendo descentralizado, com a chegada de Evo Morales ao poder em 2005, sendo o primeiro indígena eleito presidente na América, prometendo acabar com vinte anos de políticas liberais e em defesa dos excluídos. Morales negociou a saída de uma multinacional da companhia de distribuição de água de La Paz e garantiu a continuidade da exploração dos hidrocarbonetos pelas empresas brasileiras, argentinas e espanholas, além da escolha dos prefeitos (governadores) pela primeira vez, através de voto direto.

Em 2006 houve a nacionalização dos hidrocarbonetos, a reforma agrária e o programa Renda da Dignidade (programa parecido com o Bolsa Família do Brasil) direcionado para idosos, foram aprovados. Também houve o referendo pela autonomia dos departamentos, defendidos pelos prefeitos de Santa Cruz de La Sierra, Tarija, Beni e Pando, região chamada de “media luna”, região mais rica do país, formada basicamente por brancos e mestiços, enquanto o restante do país, formada pelos departamentos de La Paz, Oruro, Potosi, Chuquisaca e Cochabamba, é menos desenvolvida e formada pela etnia indígena, formando dessa forma um antagonismo entre a região próspera e a indigenista.

O referendo de 2006 disse não a autonomia, com 54 % dos votos, mas houve uma manipulação da “idéia vendida”, pois os proprietários das grandes mídias privadas, como a Unitel, maior canal de TV boliviana, são também os latifundiários e os grandes industriais, que comandam os departamentos (estados) da região próspera, usando o argumento de que a “autonomia” melhoraria a distribuição e aplicação dos recursos efetivos e atenderia a crescente imigração interna de trabalhadores vindos de outros departamentos. Mas existindo uma política no país que defenda a soberania nacional e que procure corrigir alguns erros históricos, fazendo a inclusão de setores indigenistas antes esquecidos, por exemplo, não seria bom como um todo para toda a população de uma nação?

Os latifundiários falam de “racismo às avessas” (mesmo argumento utilizado no Brasil por aqueles que são contra a política de cotas para negros nas Universidades Públicas) e apresentam uma proposta de identidade regional, principalmente para a classe média. Setor no qual o governo de Evo Morales parece não contemplar, pois o Movimento ao Socialismo (MAS) que ajudou a elegê-lo representa uma rede de movimentos sociais e que têm maior nas peso nas decisões, sendo mais contundente. Falta um espírito de solidariedade à classe média que considera não ser contemplada com o progresso boliviano e também aos defensores dessa chamada autonomia, que na verdade é uma desculpa para que os latifundiários e grandes industriais utilizam para manterem seu poder, privilégios e provocar uma ruptura institucional provocar Evo Morales a mudar o modelo de país. Será que essa mudança seria para melhor?

Para exemplificar utilizamos o artigo 102 do estatuto aprovado após o referendo “manipulado” do departamento de Santa Cruz de La Sierra, na fronteira com o Brasil e mais rica da Bolívia, onde o governo departamental passa a ser o responsável pelo direito de propriedade, administração e distribuição de terras, caindo de bandeja ao Sr. Ruben Costas e cia., que se utilizam de estratégias antes usadas pelos movimentos de esquerda, como assembléias, fechamento de estradas, etc., para fazerem o que chamaríamos de populismo conservador. Algumas organizações não reconhecem o referendo realizado e os demais a serem feitos, como a Corte Nacional Eleitoral (CNE), o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e União Européia (UE).

Morales e “os ponchos rojos” sabem que essas idéias separatistas dividem o país e podem provocar problemas maiores que uma autonomia, onde regiões teriam suas próprias leis, e manejariam seus recursos naturais, transportes, saúde, educação e economia, pois os EUA não descansam e apostam numa guerra, que poderia fragmentar a Bolívia, e após, “abrir brechas” para atacar Venezuela, Equador e agora também o Paraguai. Utilizam as oligarquias e a mídia, do qual eles mesmos financiam para implantar esse projeto, pois aprenderam que incentivando conflitos internos fica mais fácil para implantarem sua política imperialista.

O governo da Bolívia deve trabalhar pela existência de níveis de autonomia sim, sejam em departamentos, províncias ou territórios indígenas, e pela afirmação da soberania nacional sobre as riquezas naturais, conforme vem fazendo e devem continuar a defesa de nossa população indigenista e das classes que durante séculos, foi e vem sendo oprimida. A própria Condoleeza Rice, em maio de 2005, reconheceu a necessidade de correção dos erros históricos cometidos pelas elites nacionais quando disse a seguinte frase: “Quando os pais da pátria diziam-Nós, o povo, não incluíam pessoas como eu. Muitos dos meus antepassados foram escravos”. Então ta, viva ao povo latino-americano.

EUA levam estudantes para observar eleições no país

Enviado em Uncategorized às 2:11 pm por ricpmont

EUA levam estudantes para observar eleições no país

Alunos de graduação de Ciência Política, Relações Internacionais e Jornalismo poderão observar as eleições americanas de perto, e com tudo pago. O programa é custeado pelo Departamento de Estado e pela Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Vinte estudantes serão selecionados para viajar por duas semanas, com a oportunidade de conhecer e discutir o processo eleitoral dos EUA.

Na primeira semana, os acadêmicos freqüentarão a Universidade do Estado da Carolina do Norte, onde assistirão a palestras com formadores de opinião e com o corpo docente da universidade sobre o sistema eleitoral americano. Na segunda semana, o foco da visita será a participação, com visitas a duas seções eleitorais em diferentes bairros. Após as eleições, o grupo visitará a capital, Washington D.C.

Quem pode concorrer

- Alunos de graduação a partir do 2º ano nas áreas de ciência política, relações internacionais e jornalismo com fluência em inglês comprovada pelo TELP / TOEFL

Como participar:

- Os formulários para a inscrição estarão disponíveis a partir de sexta-feira no site www.usembassyprograms.org.br

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