09.12.08
Matéria: Mercado amplia gradativamente as vagas para os internacionalistas
Enviado por: Professor Alvaro Paes Leme
Cidadão do mundo
Mercado amplia gradativamente as vagas para os internacionalistas
Vários cursos em um só. Quem pretende cursar Relações Internacionais terá pela frente aulas com disciplinas que cercam diversas áreas do conhecimento. Desde política nacional e internacional, até direito e economia. Claro, passando ainda por muitas aulas de línguas estrangeiras. A abrangência no currículo começa agora a se refletir no mercado de trabalho, que pouco a pouco aumenta o espaço para os profissionais. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) formou sua primeira turma em dezembro de 2007. E já colhe bons frutos.
– Teve um concurso para a Eletrobras há pouco tempo. Dos cinco primeiros colocados quatro eram formados aqui – fala o coordenador do curso Paulo Visentini.
Segundo Visentini, o mercado amplia gradativamente as vagas para os internacionalistas. Por enquanto, a maior fatia está no setor público, já que prefeituras e governos abrem espaço para departamentos internacionais, sempre de olho em boas oportunidades econômicas além das fronteiras brasileiras. Outro espaço são as entidades de classe, como federações e associações, que já percebem a necessidade de ter no quadro funcionários especializados em assuntos internacionais.
Como a área de atuação é ampla, a função do internacionalista pode variar muito de lugar para lugar. Normalmente, ele costuma ser responsável por questões estratégicas, como desenho de cenários futuros. Um exemplo seriam os estudos energéticos, preocupação mundial com o aumento no preço do petróleo. Nesse assunto, o internacionalista ajudaria a traçar que caminhos serão seguidos pelas energias alternativas, tentando mapear as oportunidades de negócios na economia global e ajudando empresas a se internacionalizarem na área.
Mesmo com as oportunidades aparecendo em vários setores da economia, a diplomacia continua sendo um dos sonhos mais comuns entre os estudantes de Relações Internacionais. Para entrar nessa área, não basta o diploma de RI em mãos. É preciso ingressar no Instituto Rio Branco – escola de Brasília responsável em formar os diplomatas brasileiros.
É o que pretende Bibiana Camargo, que se formou na primeira turma da UFRGS. Ela foi para Brasília em março em busca de um cursinho para continuar a preparação do concurso para o Instituto Rio Branco. Mantêm a meta, mas agora também trabalha como assessora legislativa na Câmara dos Deputados. E já coloca em prática o que aprendeu na faculdade.
– O deputado atua na comissão do Parlamento do Mercosul. Tem muito a ver comigo, já que cuida de questões internacionais. Agora, a comissão estuda a estrutura desse parlamento. Por isso, consigo colocar em prática muito do que aprendi na faculdade – conta.
Ênfase de negócios
A Escola Superior de Propaganda de Marketing (ESPM) iniciou o curso de Relações Internacionais, em Porto Alegre, buscando um diferencial: a ênfase nos negócios. O estudante é preparado para atuar na chamada diplomacia corporativa, o meio campo do mundo dos negócios.
Em um exemplo prático, quem se formar pela ESPM terá sido treinado para auxiliar na internacionalização de uma empresa. Seja uma corporação brasileira buscando espaço no Exterior, seja uma empresa de fora tentando abocanhar uma fatia no mercado nacional. A idéia é fazer a ponte entre os mundos.
– A maioria dos alunos está no curso pensando na carreira corporativa, mas também temos estudantes que querem a carreira na diplomacia ou acadêmica – fala o diretor do curso da ESPM Sérgio Wollmann.
daniel.cardoso@zerohora.com.br
DANIEL CARDOSO
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09.11.08
Conceitos de Clausewitz Aplicados aos Estudos Estratégicos do Mundo Contemporâneo
Enviado por: Professora Helisane Mahlke
OS CONCEITOS DE CLAUSEWITZ APLICADOS AOS ESTUDOS
ESTRATÉGICOS DO MUNDO CONTEMPORÂNEO
(Revista da ESG Ano XIII, nº 36)
Prof. Júlio Dolce

“Os pensadores pertencem a seu tempo mesmo quando o ultrapassam.”
Raymond Aron.
INTRODUÇÃO
A obra de Clausewitz foi escrita ao longo de mais de uma década, no início do século XIX, e só foi publicada em 1832, um ano após sua morte, por intercessão de amigos junto com Marie von Clausewitz, sua viúva. No entender de Clausewitz, seus escritos deveriam sofrer modificações antes de serem publicados pois, segundo suas próprias declarações, só se encontrava satisfeito com o primeiro capítulo do volume I. Por isso mesmo, segundo seus críticos, sua obra deve ser lida com a devida reserva e seus conceitos analisados com o intuito
de extrair o que neles existe de fundamental. Muitas de suas idéias são ambíguas e algumas vezes contraditórias, porém encadeadas num raciocínio lógico e dedutivo que leva o leitor a admirar Clausewitz como um pensador arguto e um observador atento de sua época.
Clausewitz foi um pensador filosófico que soube retirar de suas experiências de guerra, tratadas como um fenômeno social, o que nelas havia de importante. Extrair da obra de Clausewitz os conceitos que ultrapassaram o seu próprio tempo e que por isso mesmo representam as bases do seu pensamento, segundo Raymond Aron, é uma tarefa a ser realizada através da leitura de sua obra em conjunto com os trabalhos publicados por seus críticos e comentaristas. São esses conceitos fundamentais que conseguiram ultrapassar sua época e ainda hoje, pela sua relevância, podem ser aplicados em estudos estratégicos no mundo contemporâneo.
Ao ler a obra de Clausewitz e seus comentaristas, na busca de compreender seus conceitos estratégicos fundamentais, percebe-se que suas considerações sobre a guerra possuem um alto valor filosófico, moral e social que permanecem atuais até os nossos dias. Desse modo, é importante relembrar os pensamentos sobre estratégia de Clausewitz, principalmente, no momento atual quando ocorrem profundas mudanças nas estruturas de poder dos principais atores mundiais. Desse modo, o seu estudo, restrito ao longo dos anos às lides castrenses, deve ser estendido aos setores intelectualizados da sociedade que, infelizmente no Brasil, somente agora tem-se voltado para um estudo mais profundo da estratégia e assim mesmo em setores ainda restritos aos meios acadêmicos.
Para baixar o texto inteiro sobre Clausewitz, clique aqui.
Abra o link, clique em “Download Now” e salve o arquivo no seu computador. Se aparecer uma contagem regressiva, espere a contagem terminar e prossiga da mesma forma.
Qualquer problema ou dificuldade em baixar o arquivo, mande um e-mail para ricp.montserrat@gmail.com ou comente neste post.
09.09.08
Sob a Névoa da Guerra (Robert McNamara) – Regras da Guerra
Documentário: Sob a Névoa da Guerra (Robert McNamara) – Regras da Guerra
Sob a Névoa da Guerra: Onze Lições da Vida de Robert S. McNamara é um documentário dirigido por Errol Morris lançado em dezembro de 2003. O filme inclui trilha sonora original de Philip Glass e ganhou o Oscar de melhor documentário. A expressão “névoa da guerra”, popularizada por Carl von Clausewitz no seu livro Da Guerra (1832), indica a nuvem de incerteza que recobre um campo de batalha assim que a luta tem início.
O filme mostra a vida de Robert McNamara, secretário de defesa dos Estados Unidos de 1961 a 1968, através de imagens de arquivo, gravações da Casa Branca e, em primazia, uma entrevista com McNamara aos 85 anos de idade. A entrevista trata dos trabalhos de McNamara como um dos Whiz Kids durante a Segunda Guerra Mundial e como presidente da Ford, e do seu envolvimento na Guerra do Vietnam enquanto foi secretário de defesa dos presidentes Kennedy e Lyndon Johnson.
O conceito de formular o filme em “11 lições” se originou do livro de 1996 de McNamara In Retrospect: The Tragedy and Lessons of Vietnam. Morris criou o filme através de 1ições das várias regras que McNamara se utiliza durante sua entrevista (Morris entrevistou McNamara por mais de 20 horas). As lições proporcionam uma estrutura a Sob a névoa da guerra, no entanto, essas lições não foram explicitamente criadas por McNamara (como anteriormente citado, durante o evento na UC Berkeley, McNamara declarou que não concordava com todas os aspectos das interpretações de Morris). Após a conclusão do filme, McNamara respondeu a Morris complementando as 11 lições do filme com mais 10 lições feitas por ele próprio. As lições estão inclusas no DVD.
1. Cause empatia ao inimigo;
2. A racionalidade não nos salvará;
3. Existe algo além de si próprio;
4. Maximizar eficiência;
5. A proporcionalidade deve ser uma diretriz na guerra (regras de guerra = não sabemos o que é);
6. Obtenha dados;
7. A crença e a visão costumam estar errados;
8. Esteja preparado para rever seu raciocínio;
9. Para fazer o bem talvez seja preciso fazer o mal (mas minimize-o);
10. Nunca diga nunca;
11. Não pode mudar a natureza humana;
09.04.08
Seminário – As eleições municipais no contexto do Brasil que queremos
Enviado por: Cristiano Cardoso de Almeida
Amigos/as!
Repasso convite para este SEMINÁRIO, que é neste sábado 06 de setembro, das 9h às 17h, aqui em Caxias. É concebido pra quem fez ou faz a Escola de Fé, Política e Trabalho (que acontece desde 2004, é anual, eu estou fazendo esse ano, mas é aberto a quem se interessar.
As eleições municipais no contexto do Brasil que queremos
Prof. Dr. Osvaldo Biz (PUC-RS) e
Prof. Dr. Laurício Neumann (Unisinos)
Realização: Unisinos + Centro Diocesano de Formação Pastoral
Sobre os assessores/palestrantes:
Osvaldo Biz
Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo – PUC-RS
Licenciado em Filosofia – Faculdade N. Sra. Imaculada Conceição
Bacharel e Licenciado em Geografia e História – Faculdade Salesiana
Mestre em História – PUC-RS
Doutor em Comunicação Social – PUC-RS
http://www.metodistadosul.edu.br/sites/universoipa/lab_foto/coberturas/osvaldo/index.html
Laurício Neumann
Graduado em Filosofia – Faculdade N. Sra. da Imaculada Conceição
Mestre em Educação – PUC-RS
Doutor em Educação – Unisinos
Professor na Unisinos e Faculdades de Taquara
Na Unisinos, é professor das disciplinas Ética Geral, Pensamento Social Cristão, Fundamentos Antropológicos, Ética e Bioética
Experiência em Educação, com ênfase em Ensino-Aprendizagem, atuando principalmente no tema Formação de Professores
http://lneumann.vila.bol.com.br/index.htm
http://lauricion.vila.bol.com.br/index.htm
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4739155H3
http://lattes.cnpq.br/2772398827781917
Custo: R$ 10
Local: Centro de Formação Pastoral – Colina Sorriso – Caxias do Sul
Te interessou? Seja bem-vindo/a! Confirma tua presença até amanhã à noite (quinta 04set), respondendo esta msg pra mim, ou direto pra coord.pastoral@diocesedecaxias.org.br ou (54) 3211.5032
Escola de Fé, Política e Trabalho – http://www.diocesedecaxias.org.br/pastoral_fe_trabalho2008.php
IHU – Instituto Humanitas – Unisinos – http://www.unisinos.br/ihu/Endereço do grupo de discussão do curso – todas as turmas – fepoliticaetrabalho@grupos.com.br